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Dois projetos gaúchos são contemplados no leilão de energia A-4

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Complexo Quebra Dentes será construído no rio Toropi, entre os municípios de Júlio de Castilhos e Quevedo
Complexo Quebra Dentes será construído no rio Toropi, entre os municípios de Júlio de Castilhos e Quevedo - Foto: Fepam/Sema

No 27º Leilão de Energia Nova (A-4/2018), realizado na quarta-feira, 4, pela Aneel, dois projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), que fazem parte do programa RS Energias Renováveis, saíram vencedores. Com isso, tiveram a comercialização da geração de eletricidade garantida para ser entregue até 2022.

Um dos complexos é a PCH de Quebra Dentes, que fica entre Júlio de Castilhos e Quevedos, região central do Estado. Com investimento de R$ 115,7 milhões, Quebra Dentes é a segunda das quatro centrais que formam o Complexo Toropi, que tem como sócio o proprietário das lojas Havan. A PCH vai ocupar uma área de 54,6 hectares e será capaz de gerar 22,36 MW de energia. A outra estrutura é a PCH de Salto do Guassupi, entre Júlio de Castilhos e São Martinho da Serra. Com investimento de R$ 55,8 milhões, a PCH vai ocupar uma área de 79,3 hectares e será capaz de gerar 12,19 MW de energia. As duas PCHs, recentemente, receberam as licenças ambientais de instalação da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam).

Ao todo, foram contratados 39 empreendimentos de geração de energia elétrica no Leilão A-4, com capacidade instalada total de 1.024,5 MW de potência. O preço médio da energia negociada no certame foi de R$ 124,75 o MWh, alcançando um deságio de 59,07 %, com investimentos previstos da ordem de R$ 5,277 bilhões.

Dos empreendimentos contratados, 29 são de energia Fotovoltaica, com usinas do estado do Ceará (14), Piauí (6), Minas Gerais (6) e Pernambuco (3). De Hidrelétrica, foram 4 empreendimentos, sendo 2 usinas no estado do Rio Grande do Sul, uma de Mato Grosso do Sul e uma em Minas Gerais, somando um investimento total de R$ 250,3 milhões. Os outros 6 empreendimentos se dividem entre energia eólica (4), no estado da Bahia e térmicas a biomassa (2), de Minas Gerais e Espírito Santo.

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